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sábado, 23 de outubro de 2010

As mulheres ainda não




Na terça-feira, dia 19 de outubro, fui ao comício encontrar com a presidenciável Dilma, com o Presidente Lula, com o candidato ao governo do Estado de Goiás, Iris Rezende e com inúmeras lideranças. Na volta retornei de carona com a Jornalista Roberta e uma estudante de jornalismo, ambas funcionárias de um partido da base do candidato ao governo do estado. Nós três concordamos que as mulheres são maioria em relação aos homens, que lutam para se eleger aos vários cargos, mas inda não lograram êxito como maioria. Pelo contrário, nessas eleições diminuiu o número de mulheres eleitas para cargos executivos e legislativos.
Percebo que ações morais graves cometidas pelos homens não repercutem tanto quanto quaisquer deslizes ou riscos de erros cometidos pelas mulheres. Por qualquer coisa se faz muito barulho como nos tempos medievais para condenar as mulheres à fogueira.
Concordamos, contudo, que com a eleição de Dilma como Presidenta do Brasil as mulheres serão enormemente reconhecidas e valorizadas. Como diz nossa candidata: assim como um operário eleito Presidente do Brasil não pode errar muito menos as mulheres poderão errar. Com Dilma à frente dos acertos no governo nós mulheres seremos muito valorizadas em nossas qualidades de lutas, de realizações e de enormes capacidades em tudo o que fizermos.
Por isso também nós mulheres temos mais uma razão para derrubar o mito de que mulher não vota em mulher. Lutar pela eleição de Dilma Rousseff é alavancar o projeto de desenvolvimento mais justo para o Brasil, onde haverá amplo e confortável espaço para nós, mulheres e para o povo que luta por mais qualidade de vida e por justiça social.

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