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sábado, 23 de abril de 2011

POESIA DE FERNÃO CAPELO GAIVOTA




Essa poesia foi repassado pelo nosso colega de curso Introdução aos Estudos Afro-brasileiros e Africanos, principalmente, amigo Sandler. A fala de Fernão Capelo Gaivota fez parte da minha vida. No dia 15 de outobro de 2009 me embarquei em uma aventura como Fernão e mergulhei fundo, bem fundo nas profundas do meu próprio mar, e tive que me separar do  bando, voei, voei,  voei e hoje estou me reunindo a um novo bando, e as vezes me sinto fraca como uma gaivota perdida, mas nesse bando tenho gaivotinhas poderosas, estamos pegando as pérolas do fundo do mar, restaurando nossas próprias consciências e nos empoderando a cada dia, por isto, nesse vôo quero agradecer a você amigo Sandler, por ter tido a sensibilidade de perceber a gaivota que sou, e me presentear com esta linda poesia e com o filme.
 Queremos dividir com vocês essa pérola da poesia brasileira, passada pelo Sandler:

Uma parte de mim é todo mundo...
Outra parte é ninguém, porém, fundo sem fundo... Giramundo...
Uma parte de mim é multidão...
Outra parte se diz apenas, incerteza, estranheza e solidão
Uma parte de mim vive a repetir...
A outra permite... Traduzir-se!
Mil vidas mil dias no meu clarim
Não há regras que se aplicam para mim.
Mas se não aprendeste a voar...
Então a esse mundo você deve retornar feliz
Feliz... pois eu sei que vou lhe ensinar...
Fará algo diferente que eu fiz....
E não deixe que espalham rumores sobre mim
Sou apenas uma gaivota... e gosto de voar...

desate esse nó de seu olhar... e verás que você já sabe... voar!

releitura do poema Traduzir-se de Ferreira Goulart e uma livre adaptação do conto Fernão.

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