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sábado, 5 de março de 2011

A Mulher do século XXI

É sabido que a mulher vem conquistando o espaço que, até então, era dado somente aos homens. A mulher do século XXI dita como a mulher moderna consegue hoje, ter sucesso na carreira, ser mãe, esposa, filha etc. Porém, apesar de muitas conquistas ainda há muitas mulheres que sofrem com seus companheiros ou ex-companheiros. É constante nos noticiários, reportagens que abordam acerca de mulheres assassinadas por maridos ou ex devido a ciúmes ou por motivos banais, e isso se dá por ainda vivermos em uma sociedade machista.    
     Mas apesar dessa realidade, nós mulheres temos que continuar nossa luta por igualdade e nosso espaço na atual sociedade. Temos que buscar nossa soberania, mostrar aos homens que  não somos objetos e um ser inferior a eles.
      Aos homens peço que valorizem mais as mulheres, que tentem perceber com mais carinho a atmosfera feminina e que não somos suas rivais e nem vocês nossos donos.
       E a nós mulheres que não aceitemos ser subjugadas pela sociedade e sistema machista. E sim que lutemos dia-a-dia pelos nossos direitos. Capacitando-nos mais e mais, pois é por meio da educação, da qualificação que conquistaremos mais ainda nosso espaço e valor em todos os campos da nossa vida e quem sabe um dia ter de fato respeitados os nossos direitos como mulher e cidadã.    Feliz dia da mulher e que Deus nos abençoe sempre.
    Rita de Cássia Lemos Amoury.
Funcionária Pública Estadual - Professora de Língua Portuguesa e Literatura
Mestranda em Análise e Crítica Literária pela PUC- Goiás.

Um comentário:

  1. Acredito em todos os engajamentos genuinos. Vou além, creio que somente através do engajamento desprendido, voltado efetivamente para o aperfeiçoamento de um ou mais aspectos do nosso corpo social e cultural, é que poderemos de fato mudar a face, para ser regionalista, desse nosso mundo brasileiro. Creio mesmo que é o engajamento verdadeiro a uma fé, ideologia, atividade ou paixão, que promove - antes de qualquer cor ou motivo - a educação basilar do indivíduo, sua capapacidade crítica e analítica, sua cidadania participativa. É desta educação, mais do que construir prédios escolares e formar professores, que nosso pais precisa para fazer frente à educação do crime, da miséria, da vantagem pessoal, da displicência moral.
    Na minha ótica, de um homem educado e formado num ambiente extremamente machista, a mulher alcançou, em apenas uma geração, resultados muito além do que se poderia estimar, por exemplo, na década de 50. Toda a movimentação cultural e política dos anos 60/70, os avanços científicos, o ingresso da classe média feminina nas universidades e, por decorrência, no mercado de trabalho, somados ao esforço e inteligência (às vezes nem tão inteligente assim) das lideranças feministas de várias cepas, trouxeram a luta da mulher para algo que, a meu ver, não é exatamente “da mulher”, mas de toda nossa sociedade tupiniquim. E ai, volto à educação: pensar meios de reinserir a consciência social, a noção de valores, a ética, numa palavra “a vergonha na cara” dos brasileiros é uma luta de mulheres e homens. Só assim, acredito, a mulher poderá evoluir para além daquilo que já alcançou. Sem esta educação “civil”, a ignorância irá continuar a gerar truculentos, estupradores, opressores e aqueles que, embora não tão ignorantes, se aproveitam disso para obter vantagens.
    Obrigado, querida.Aluizio casali
    aluiziocasali.blogspot.com

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